O Grupo Português de Triagem (GPT) iniciou o seu percurso em 2000 e tem expandido a sua ação ao longo do tempo, apostando na formação e creditação de Profissionais de saúde. Confira os momentos marcantes da história do Grupo Português de Triagem (GPT).
O Hospital Fernando Fonseca (Amadora) e o Hospital de Santo António (Porto) foram pioneiros no estabelecimento e na divulgação do PTM, alargando a novos horizontes a gestão do Serviço de Urgência, com a implementação do PTM em 1 de outubro de 2000.
Após a celebração de um acordo entre os dois hospitais, os seus profissionais efetuaram treino, definindo um caminho comum e partilhando riscos que decorrem de uma mudança radical do modo de funcionamento, até então, dos serviços de urgência hospitalar, aceitando que os serviços necessitavam de ser reorganizados por prioridade clínica, desde a entrada dos doentes.
O Hospital Fernando Fonseca (Amadora) e o Hospital de Santo António (Porto) foram pioneiros no estabelecimento e na divulgação do PTM, alargando a novos horizontes a gestão do Serviço de Urgência, com a implementação do PTM em 1 de outubro de 2000.
Após a celebração de um acordo entre os dois hospitais, os seus profissionais efetuaram treino, definindo um caminho comum e partilhando riscos que decorrem de uma mudança radical do modo de funcionamento, até então, dos serviços de urgência hospitalar, aceitando que os serviços necessitavam de ser reorganizados por prioridade clínica, desde a entrada dos doentes.
Após a revisão sistemática dos fluxogramas e a consolidação e validação da metodologia, outras instituições hospitalares demonstraram interesse na implementação da mesma filosofia de organização. Assim, em maio de 2001, foi celebrado com o Ministério da Saúde um acordo que permitia que as instituições hospitalares que, voluntariamente, desejassem implementar o PTM, o fizessem, integrando o Grupo Português de Triagem (GPT). Para tal, teriam de assinar um protocolo e uma declaração de princípios, não existindo qualquer pagamento por adesão. Foi instituído um código de conduta, de modo a garantir a fiabilidade e a reprodutibilidade do sistema, permitindo ao GPT, nomeadamente, o acesso às bases de dados das instituições, com vista à melhoria contínua do PTM. Todas as instituições aderentes são parceiras de pleno direito do GPT, criando-se, espontaneamente, um fórum de discussão e de melhoria contínua do sistema.
Após a revisão sistemática dos fluxogramas e a consolidação e validação da metodologia, outras instituições hospitalares demonstraram interesse na implementação da mesma filosofia de organização. Assim, em maio de 2001, foi celebrado com o Ministério da Saúde um acordo que permitia que as instituições hospitalares que, voluntariamente, desejassem implementar o PTM, o fizessem, integrando o Grupo Português de Triagem (GPT). Para tal, teriam de assinar um protocolo e uma declaração de princípios, não existindo qualquer pagamento por adesão. Foi instituído um código de conduta, de modo a garantir a fiabilidade e a reprodutibilidade do sistema, permitindo ao GPT, nomeadamente, o acesso às bases de dados das instituições, com vista à melhoria contínua do PTM. Todas as instituições aderentes são parceiras de pleno direito do GPT, criando-se, espontaneamente, um fórum de discussão e de melhoria contínua do sistema.
Com o lançamento, em março de 2003, da segunda edição portuguesa do Protocolo de Manchester, que incorporava inovações desenvolvidas pelo GPT, os autores ingleses, a fim de formalizarem um fórum internacional de partilha de conhecimentos, constituíram o International Working Group. Este Grupo, já com vinte e dois países aderentes, é um Grupo de Consenso e é responsável pela atualização e melhoria contínua do PTM.
Com o lançamento, em março de 2003, da segunda edição portuguesa do Protocolo de Manchester, que incorporava inovações desenvolvidas pelo GPT, os autores ingleses, a fim de formalizarem um fórum internacional de partilha de conhecimentos, constituíram o International Working Group. Este Grupo, já com vinte e dois países aderentes, é um Grupo de Consenso e é responsável pela atualização e melhoria contínua do PTM.
Em março de 2005, o GPT, com o acordo dos autores ingleses, foi convidado por um grupo de profissionais espanhóis a iniciar o projeto em Espanha. Essa colaboração constituiu um verdadeiro desafio que culminou com o primeiro Curso de Instrutores, em Madrid, em outubro de 2005, e a constituição formal do Grupo Espanhol de Triagem (GET), sendo ratificado um acordo de parceria com o GPT. Foram cedidos todos os materiais para o ensino e a implementação do protocolo de Manchester em Espanha. Presentemente, Espanha conta com 70 serviços de urgência que utilizam esta metodologia.

Em março de 2005, o GPT, com o acordo dos autores ingleses, foi convidado por um grupo de profissionais espanhóis a iniciar o projeto em Espanha. Essa colaboração constituiu um verdadeiro desafio que culminou com o primeiro Curso de Instrutores, em Madrid, em outubro de 2005, e a constituição formal do Grupo Espanhol de Triagem (GET), sendo ratificado um acordo de parceria com o GPT. Foram cedidos todos os materiais para o ensino e a implementação do protocolo de Manchester em Espanha. Presentemente, Espanha conta com 70 serviços de urgência que utilizam esta metodologia.

Em maio de 2007, o GPT foi contactado pelo Governo do Estado de Minas Gerais (Brasil) que, no âmbito do programa de reestruturação da rede de urgência e emergência, solicitou a implementação do PTM no referido Estado. Contando com o envolvimento de um número significativo de profissionais de saúde, foi criado o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco (GBCR) para a implementação do PTM. Assinado o acordo de cooperação em outubro do mesmo ano, entre os autores ingleses, o GPT e o GBCR, iniciou-se a formação, com o objetivo de assegurar 19 hospitais em funcionamento até ao final de 2008.
Através da internacionalização, foi possível a implementação do protocolo na Austrália, Nova Zelândia, Holanda, Alemanha, Itália, Áustria, Suécia, Japão, Canadá, Espanha e Brasil. A internacionalização permitiu testar o PTM e adaptá-lo a culturas diversas, validando os parâmetros de qualidade e o modelo de gestão.
Em maio de 2007, o GPT foi contactado pelo Governo do Estado de Minas Gerais (Brasil) que, no âmbito do programa de reestruturação da rede de urgência e emergência, solicitou a implementação do PTM no referido Estado. Contando com o envolvimento de um número significativo de profissionais de saúde, foi criado o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco (GBCR) para a implementação do PTM. Assinado o acordo de cooperação em outubro do mesmo ano, entre os autores ingleses, o GPT e o GBCR, iniciou-se a formação, com o objetivo de assegurar 19 hospitais em funcionamento até ao final de 2008.
Através da internacionalização, foi possível a implementação do protocolo na Austrália, Nova Zelândia, Holanda, Alemanha, Itália, Áustria, Suécia, Japão, Canadá, Espanha e Brasil. A internacionalização permitiu testar o PTM e adaptá-lo a culturas diversas, validando os parâmetros de qualidade e o modelo de gestão.
Em janeiro de 2014, iniciou-se a formação e implementação do Sistema na Clínica Girassol e na Clínica Sagrada Esperança em Angola, encontrando-se já em pleno funcionamento.
O Sistema de Triagem de Manchester foi implementado em 2014, em Cabo Verde, no Mindelo, no Hospital Baptista de Sousa. Inicialmente foram realizadas 2 Ações de Divulgação do Sistema a vários profissionais de saúde do hospital.
Posteriormente foram realizados dois Cursos de Triagem para médicos e enfermeiros dos serviços de urgência e um Curso de Auditores e Formadores. Durante a realização dos vários cursos foi pedido aos formandos que avaliassem a formação, de forma anónima, conforme grelha preconizada pelo GPT. As observações apresentadas, de uma forma resumida foram:
Com a formação realizada a todos os profissionais a exercer funções nos serviços de urgência de Adultos e de Pediatria, foi então implementado o Sistema nos dois Serviços de Urgência do Hospital Baptista de Sousa.
Em janeiro de 2014, iniciou-se a formação e implementação do Sistema na Clínica Girassol e na Clínica Sagrada Esperança em Angola, encontrando-se já em pleno funcionamento.
O Sistema de Triagem de Manchester foi implementado em 2014, em Cabo Verde, no Mindelo, no Hospital Baptista de Sousa. Inicialmente foram realizadas 2 Ações de Divulgação do Sistema a vários profissionais de saúde do hospital.
Posteriormente foram realizados dois Cursos de Triagem para médicos e enfermeiros dos serviços de urgência e um Curso de Auditores e Formadores. Durante a realização dos vários cursos foi pedido aos formandos que avaliassem a formação, de forma anónima, conforme grelha preconizada pelo GPT. As observações apresentadas, de uma forma resumida foram:
Com a formação realizada a todos os profissionais a exercer funções nos serviços de urgência de Adultos e de Pediatria, foi então implementado o Sistema nos dois Serviços de Urgência do Hospital Baptista de Sousa.
Em Portugal, e até Dezembro de 2016, aderiram ao PTM 74 SU da rede pública, 2 SU públicos fora da rede formal, 5 SU em unidades privadas, 4 SU nas regiões autónomas. Até ao final do ano de 2017, o PTM irá ser implementado em mais 3 SU em unidades privadas. Mais de 8.000 profissionais de saúde estão creditados para efetuarem a triagem de doentes, cerca de 200 dos quais estão creditados como instrutores e auditores.
Em Portugal, e até Dezembro de 2016, aderiram ao PTM 74 SU da rede pública, 2 SU públicos fora da rede formal, 5 SU em unidades privadas, 4 SU nas regiões autónomas. Até ao final do ano de 2017, o PTM irá ser implementado em mais 3 SU em unidades privadas. Mais de 8.000 profissionais de saúde estão creditados para efetuarem a triagem de doentes, cerca de 200 dos quais estão creditados como instrutores e auditores.
